PARTILHADO #6
Teve que ser...
Um dia quero ver um concerto.
PIANO MAGIC - THE TOLLBOOTH MARTYRS
NA GARAGEM DA VIZINHA
Teve que ser...
Um dia quero ver um concerto.
PIANO MAGIC - THE TOLLBOOTH MARTYRS
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
O festival este ano foi tão bom, que acho que merece uma reportagem do enviado especial do Garagem da Vizinha, eu mesmo.
Capítulo 1: Estrutura, organização do festival
O Paredes de Coura 2005 (PC/05) teve algumas diferenças em relação ao ano passado. A maior, mais visivel e mais passível de discussão era o preço do bilhete, 80 euros. Nenhum outro festival praticou preços tão elevados. Ao longo do festival aceitou-se a razão do aumento dada a qualidade do cartaz e das condições proporcionadas pela organização.
Notei desde o início que haviam menos "mitras" que nos outros anos. No ano passado um amigo meu foi assaltado e por todo lado haviam gajos a cravar comida, cigarros, dinheiro, etc. Neste ano não dei conta de nada disso.
Arrisco-me a dizer que 30% do publico presente era espanhol. Agradou-me bastante a presença do publico espanhol, prefiro que haja 30 % de espanhois civilizados, do que 30% de portugueses que sófazem merda, que não respeitam concertos que não sejam do seu agrado ou que sejam "mitras".
Prefiro pagar 80 euros para ir a um festival assim, do que pagar menos e ser pior servido. Além disso poupa-se muito dinheiro em comida e acessibilidades. No norte ainda é tudo mais barato, e é tudo perto. O carro chega no 1º dia, e só arranca no ultimo.
A única nota negativa vai para a nova entrada para o recinto. A sério, não percebi mesmo.
Capítulo 2: Os concertos.
O cartaz apresentava nomes sonantes, alguns vieram a revelar-se desilusões, outros, surpresas inesquecíveis. Devo dizer que as descrições que vou fazer, são relativas aos concertos que vi e das ilações pessoais que deles tirei.
O 1º dia de palco principal, tinha logo um cartaz que na teoria, era explosivo: Mxpx, Death From Above 1979, !!!, Kaiser Chiefs, The Bravery e Foo Fighters.
Os Mxpx perderam o vôo, so tocaram depois dos foo fighters, no palco secundario. Foi o que os safou, senão ninguém os via. O concerto não foi nada de mais, os mxpx eram uma banda de punk-rock como há centenas por esse mundo.
Os DFA 1979 surpreenderam os poucos presentes com a pujança sonora do baixo de Jesse Keeler. Porém o baterista/vocalista Sebastien Granger ficava-se nas covas fisicamente. Estava à espera de mais, sinceramente. Adulteraram algumas das suas melhores musicas do album "You're a woman, I'm a machine" para ruidos quase impreceptiveis. Apesar de ter a sua piada, o concerto não foi dos melhores.
De seguida apresentaram-se os !!! (chk chk chk). Nunca tinha ouvido nada deste colectivo, nem sequer sabia que género de som tocavam. Foram provavelmente a maior surpresa que tive no festival. Os !!! tocavam uma musica de dança orgânica, cheia de groove, com uns funky beats à maneira. O vocalista, animal de palco, não parou um segundo que fosse, ajudando a banda a ser bem sucedida.
Subiram ao palco os Kaiser Chiefs. Esperava mais da banda britanica, pensava que podiam ser uma das surpresas do cartaz com o seu rock bem mexido, mas afinal a agitação deu para o torto já que o vocalista da banda torceu o pé numa aterragem atribulada. O concerto nunca mais foi o mesmo. Parece que depois daquele episódio, resumia-se tudo a ver um gajo em pé coxinho a tentar cantar. Palhaçada. Como se não bastasse de palhaçada, a maior estava para vir: The Bravery! Estes sim, dignos de performance em prime-time num qualquer Circo Chen ou Cardinali, desiludiram por completo. Primeiro, confessam-se surpreendidos pelo teor alcoólico da Super Bock (ah pois, pensavas que os portugas brincam em serviço?!), alguém os devia ter avisado que a cerveja bate forte! A actuação deles foi mediocre, não mereceiam o lugar que ocupavam no cartaz, na minha opinião.
Ponto forte da noite: Foo Fighters. O concerto dos foo fighters superou todas as minhas expectativas. A banda de Dave Grohl apresentou-se na máxima força, trazendo na geleira o album "In Your Honor" fresquinho da silva. Senti o meu bilhete pago no final do concerto. Vendo o concerto de um ponto de vista comercial (prestação de um serviço), achei que os Foo Fighters traziam o serviço mais completo, os que ofereciam mais ao consumidor. Além dos singles recentes "Best of you" e "In your honor" , tocaram ainda temas mais antigos como "My hero" ou o avassalador "Stacked actors", em que se destacam as guitarras ultra-pesadas do refrão a contrastar com uma melodia mais limpa no verso. Há que realçar a qualidade de som do concerto de Foo Fighters, eles destacaram-se de qualquer outra banda que actuou no festival. Acho que ninguem se vai esquecer do baterista Taylor Hawkins tão cedo...
A 2a noite tinha o cartaz mais forte. A noite começava com os Futureheads e os Hot Hot Heat, duas bandas promissoras da nova vaga rock. Perdi os 2 concertos... o horário impossiblitava de ver tudo.
A primeira banda que vi subir ao palco foram os Arcade Fire. Há muito para dizer sobre este concerto, não vou ser capaz de descrever nem metade. Estes foram, para mim, a melhor banda do festival. Acho que mesmo as pessoas que não conheciam nada destes canadianos ficaram contagiados pela alegria e pela musicalidade da banda. Para quem ainda não ouviu, que o faça! Mereciam muito mais destaque no cartaz! Vamos esperar por uma vinda dos Arcade Fire a Portugal em concerto próprio e num local melhor.
De seguida, apresentou se a banda que menos se adequava ao cartaz do festival os The roots. Pode se dizer que se safaram bem, visto serem uma banda de hip-hop no meio de tanta banda rock. Mas ao menos tivemos ca os melhores do hip-hop. Não havia Dj, nem máquinas, era tudo tocado com instrumentos convencionais. O groove está lhes no sangue, acho que se sairam bem.
Os Queens of the stone age não me surpreenderam, talvez por eu já saber que eles são sempre bons ao vivo. A actuação deles foi excelente, tocaram um set vocacionado para fãs, com musicas pouco habituais nos concertos mais recentes.
Os pixies... bem, não sei se deva comentar o concerto deles, a minha impressão do concerto foi diferente da maioria das pessoas. Eu gostei mais de os ver no super bock no ano passado, talvez por ser a primera vez e talvez por pensar que seria a unica. É verdade que tocaram temas que foram buscar ao fundo do baú, mas mesmo assim, àquela altura da noite já não me conseguiram encher as medidas, talvez porque as outras bandas já o tivessem feito...
Na 3a noite, tinhamos mais uma vez um grande cartaz, a noite foi dominada por Nick Cave & the Bad Seeds. tenho muita pena de não conhecer muito da obra de Nick Cave, tenho a ideia que se conhecesse, seria provavelmente o melhor concerto do festival.
Os Woven Hand foram uma banda que me impressionou... não sei se gostei ou não, mas sem duvida que me impressionou...
O Vincent Gallo, esteve muito muito bem, apesar do ambiente não ser nada favorável. A Juliette e os Licks tinham tocado antes e imprimiram um andamento rock e o Vincent Gallo tocou o concerto mais silencioso do festivel. Apreciei o respeito do publico para com ele. Pensei que a meio estivessem todos a gritar "vai te embora, palhaço!"
A Juliette foi a maior banhada a par dos Bravery! A gaja pode ser boa, mas não chega.
Bem, já chega de vos pregar seca...
Deixem as vossas impressões!
POR Anónimo 2 COMENTÁRIOS
20 AGOSTO, CAFÉ DA PRAIA - SÃO PEDRO DE MOEL.
POR Bruno Monteiro 1 COMENTÁRIOS


Uma partilha vinda do baú de recordações, mas que, dado ao revivalismo que se vive, importa conhecer para perceber melhor o fenómeno.
Em 1980 (Boy) e 1981 (October), quatro rapazes de Dublin, na Irlanda, editaram dois dos melhores álbuns dos anos 80 do século passado. A audição destes dois trabalhos, para além do gozo que dá, é indispensável para entender bandas recentes como The Killers, Bravery ou mesmo Arcade Fire, entre outras.
Agora, os quatro rapazes,que dão pelo nome de U2, já estão um pouco dinossáurios. Mas isso não impede que tenham dado um grande contributo para a música rock do Século XX e, pelos vistos, do Século XXI. Temas como Ocean, October, Twilight, Rejoice, Stranger in a strange land, With a Shout ou Tomorrow são grandes músicas em qualquer década.
POR Mário Nicolau 1 COMENTÁRIOS
MONOMONKEY / XÚ / 8 ROCKIN' SHOES
13 AGOSTO, PARQUE MÁRTIRES DO COLONIALISMO.
POR Bruno Monteiro 4 COMENTÁRIOS
BADLOVER & HYSTERIA IBERIKA
CAFÉ DA PRAIA, 12 AGOSTO...
Muito bom!
POR Bruno Monteiro 1 COMENTÁRIOS
(mais informação e downloads clicar na imagem)
MARBLES WEB SITE / MOE'S IMPLOSION WEB SITE
20 AGOSTO - CAFÉ DA PRAIA, SÃO PEDRO DE MOEL.
ORGANIZAÇÃO: CISCO e CAFÉ PRAIA.
APOIO: MR.PIZZA.
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
É a minha vez de partilhar.
Chamam-se "The Arcade Fire" e têm levado toda a minha atenção.
Aconselho-vos o resto do album "Funeral" destes canadianos.
Abraço
POR Anónimo 2 COMENTÁRIOS
Hoje recordei...
Na próxima semana vou tentar fazer isto num noutro dia.
Para não soar sempre tão... assim!
O domingo é assim.
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
06 agosto (sábado) - MONOMONKEY + CANKER
Café da Praia, São Pedro de Moel.
12 agosto (sexta-feira) - BADLOVER & HYSTERIA IBERIKA
Café da Praia, São Pedro de Moel.
13 agosto (sábado) - MONOMONKEY + 8 ROCKIN' SHOES + XÚ
Parque Mártires do Colonialismo, Marinha Grande.
20 agosto (sábado) - MARBLES + MOE'S IMPLOSION
Café da Praia, São Pedro de Moel.
POR Bruno Monteiro 1 COMENTÁRIOS
france dubois está em portugal, para apresentar os seus filmes.
dia 29 de julho no cinema paraíso, em leiria e dia 5 de agosto em aveiro, no bar clandestino.
sempre com o dj start 2 finnish a animar os convivas no final das sessões.
POR poisbem 2 COMENTÁRIOS
SEXTA-FEIRA, 12 AGOSTO - CAFÉ DA PRAIA
"Badlover & Hysteria Iberika é um grupo, de acordo com os próprios, Franco-Hispaniko-Tuga formado em 2002 “que tem criado um verdadeiro furor com as suas hystérikas actuações pelos dancings da capital”, dizem eles. E questionam: Música pré-gravada-electro-jukebox?
E depois respondem: Pop-A-Pilhas-Punk-Billie-Rock-Do-Matagal para tanguistas e marinheiros com tendência melódicas vibrantes. Performance e visuais campista/SEXO/camionista." in divergências.
Apresentam-se no Café da Praia para mostrar temas do seu primeiro trabalho "La Vida Mata", editado em Setembro do ano passado. Uma organização do CISCO e do CAFÉ DA PRAIA.
BADLOVER & HYSTERIA IBERIKA ARE:
Gaby Orain - vocals, guitar and machines.
Silvia Pereira Sanchez - vocals.
Braulio Alexandre - bass.
Home Page: http://www.blhi.com.pt/blhi
Download MP3: Playing With My Self
POR Bruno Monteiro 2 COMENTÁRIOS
Hoje esta...
Uma pequena paixão.
JULIE DELPY - BLACK AND GRAY
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
Apetece-me esta...
Para a próxima logo se vê.
NICK DRAKE - TIME OF NO REPLY
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
Sábado, dia 23 julho às 22h30 - entrada 5 €.
No Auditório José Vareda, Sport Operário Marinhense.
Mais informação, clicando na imagem.
Organização: Garagem Da Vizinha / Sport Operário Marinhense.
Informações, Reservas de Bilhetes, etc: garagemdavizinha@leirianet.pt
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
Uma voz negra vinda de outros tempos de blues aterrou em S. Pedro ontem. Nasceu um leão.
A objectividade e a espontaneidade desarmam-me. Rendo-me.
Mais uma boa surpresa nesta nossa terra.
POR carlos 4 COMENTÁRIOS
Born A Lion tocam pela primeira vez esta sexta no Café da Praia,
Antes disso podem ouvir aqui a gravação que saiu à rua, a primeira.
BORN A LION - BREAK DOWN THE LION - MP3 (download)
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
“Disaffected”, o mais recente álbum de Piano Magic.
Muita afeição, delicadeza, caracter, encanto... intensidade e magia.
Experimentem, não sei mais o que dizer.
POR Bruno Monteiro 1 COMENTÁRIOS
. O concerto de JER ENSEMBLE marcado para o dia 15 de julho no auditório do Operário foi cancelado por indisponibilidade da banda.
Fica adiado para a próxima temporada, ou seja, Outubro.
. Confirma-se D3O no café da praia no próximo dia 9 de Julho bem como ALLA POLACCA + NOAH no dia 23 de Julho no auditório do Operário.
peace
POR carlos 0 COMENTÁRIOS
Vamos lá ver se isto acaba... Que banda é esta? Vale 1 ponto.
O Cd ainda se estraga aqui... Chutem lá respostas!
POR Bruno Monteiro 7 COMENTÁRIOS
ao vivo : fotografia : altas luzes
POR poisbem 1 COMENTÁRIOS
jp almeida na linha. e a cores. ep feito em casa, é fazer o download. good stuff. no portal
POR poisbem 0 COMENTÁRIOS
O nosso amigo Zé Cariano decidiu partilhar connosco uma das suas gravações caseiras. Ok, só tenho pena de ele não ter deixado cantar a mãe mais tempo, talvez tivesse a panela ao lume. Para a próxima quero ouvir mais.
Download: One More Time
POR Bruno Monteiro 11 COMENTÁRIOS
Cá, entre nós...
A pedido de um amigo, deixo aqui o seguinte endereço:
http://marinhagrandefuturo.blogspot.com/
A Internet sempre a crescer... e pronto, temos onde escrever!
Política não é o meu forte, acho que ultimamente me tenho deixado invadir demais por ela.
Talvez não queira porque acho que nunca a vou conseguir entender!
POR Bruno Monteiro 3 COMENTÁRIOS
Café da Praia - 9 Julho
Sábado dia 9 de Julho.
Café da Praia, S.Pedro de Moel.
Às 23h30 (Hora Local)
Site oficial da banda: www.d3o.net
Organização: Ovírus / Café da Praia.
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
"Sexos casuais e masturbações fiéis entre a escrita e o som. Palavra falada, cantada, cuspida e mastigada."
e
POR carlos 0 COMENTÁRIOS
MONOMONKEY + CANKER - Café da Praia, São Pedro de Moel
sexta, 10 junho 2005
O que era para ser foi, mas foi onde não era para ser...
Rumamos até Torres Novas na esperança de curtir uma boa noite de Rock, em cartaz estavam os Canker e os Monomonkey. Aliás, no cartaz oficial estavam os Monokey, mas são pequenos pormenores...
A delicadeza com que as bandas foram recebidas no local do espectáculo foi imensa, tão imensa que se tornou incomodante.
Estas bandas não estão habituadas a tamanhos mimos e todos estranhámos, até que decidimos desmontar tudo o que já tínhamos montado e arranjar outro sitio para tocar...
Assim foi, às 23h00 estávamos de volta à Marinha Grande com um concerto marcado à meia hora atrás.
O Café da Praia acabou por ser alternativa aquela noite na cidade das Torres Novas que se previa estranha e má. Acabamos por Rockar em “casa”... Boa onda!
POR Bruno Monteiro 2 COMENTÁRIOS
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15 Julho - Sexta-Feira.
Auditório José Vareda - Operário, Marinha Grande.
ENSEMBLE JER
(mais info)
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23 Julho - Sábado.
Auditório José Vareda - Operário, Marinha Grande.
ALLA POLACCA + NOAH
(mais info)
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Organização: Ovírus / S.O.M.
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
- No próximo sábado vou estar no Cabana Bar a tomar conta dos discos.
- Apareçam, até às 4 a porta está aberta.
POR Bruno Monteiro 8 COMENTÁRIOS
Dei uma espreitadela ao novo album dos Blind Zero e fiquei surpreendido. Esqueçam aquela banda que fazia uma má imitação dos Pearl Jam, parece que ao fim destes anos eles ganharam identidade e o resultado está bem visivel neste album. Goste-se ou não, muito ou pouco, está diferente. Convido-vos a ouvir.
Abraço.
POR Anónimo 3 COMENTÁRIOS
Este projecto de tributo a Bob Marley apresenta-se mais uma vez ao vivo este fim de semana. Desta vez o palco é montado no Park Time, que se situa no Parque Márties do Colonialismo, bem no centro da Marinha Grande. A entrada é livre.
POR Bruno Monteiro 0 COMENTÁRIOS
Acho que todos juntos podemos salvar o projecto "Ovírus". O espaço é indiferente. O que interessa é a união para fazer. Se o espaço físico d'"Ovirus" não pode ser um local de espectáculos, que seja um espaço de reunião e reflexão para que esses eventos se realizem em espaços com "licença" para tal. A Câmara não deu apoio a "Ovirus". É um facto. Mas tem que cumprir a lei. E a lei diz que não se podem realizar espectáculos em salas sem saída de emergência. A falta da insonorização é um problema, mas a falta de uma saída de emergência é muito mais difícil de resolver. No entanto, a união e a vontade podem ajudar a solucionar o problema. Os dois meses de actividade do projecto são prova disso. Por isso mesmo lanço aqui um desafio. Quem, como eu, viu n'"Ovirus" um projecto com grande interesse para a cultura não só da Marinha Grande, mas de toda uma região que ultrapassa os limites do concelho, deve fazer alguma coisa para inverter o processo. O fim do espaço físico não é realmento o fim. É só uma barreira. Eu estou disposto a fazer alguma coisa. Vocês estão?Deixo aqui o desafio: passemos pel' "Ovirus" debatamos o problema e encontremos em conjunto uma solução, que pode bem passar por a criação de uma cooperativa cultural. Aguardo reacções. Podem inundar a minha caixa de e-mail com sugestões. É este o endereço: mario_nicolau@clix.pt
POR Mário Nicolau 4 COMENTÁRIOS
Gostava que dessem uma olhada a este exemplo de vontade de oferecer cultura dado por uma autarquia bem próxima de nós. Ainda gostava de ver a nossa câmara a ter uma ideia.
Uma minima ideia...
http://www.cm-batalha.pt/?pagina=comunicado&id=215
desculpem la, ainda não sei fazer links decentes... :)
POR Anónimo 0 COMENTÁRIOS
“NEO” é um dos projectos de maior relevo no seio da música electrónica Húngara. Apareceram em 1998, fundados por Mátyás Milkovics e por Márk Moldovai, até hoje sofreram algumas alterações sendo agora constituídos por Mátyás Milkovics, Enikő Hodosi, Péter Kőváry e Gergő Szőcs. Destacaram-se na música Húngara quando compuseram os temas da banda sonora do filme “Kontroll”, que foi apresentado no inicio deste ano na Alemanha. Um filme realizado por Nimród Antal que já mereceu a nomeação para os oscares num prestigiado festival dos Estados Unidos. “Kontroll” será agora apresentado em mais de 10 países, assim como a sua banda sonora. Em baixo deixo disponível para download um dos temas incluídos neste trabalho.
. Gyalogkakukk "Its Over Now" (download)
Site Oficial: http://www.neo.hu
POR Bruno Monteiro 5 COMENTÁRIOS
POR poisbem 5 COMENTÁRIOS
Ovírus, e tudo o que isso enquadra, deu-me a conhecer uma realidade que nunca esteve totalmente desperta em mim. Os 2 meses que passaram foram montanhas-russas, rápidos.
Nunca quis saber de merdas que uns e outros pensavam sobre seja o que fôr (a não ser a quem eu ouço) mas desta vez "isso" veio contra mim. Empurrou-me.
Não compreendo de burocracia, não entendo de política, não sou das leis.
Sei de nós. Do que nós somos. Isso sei. Sinto-o.
Depois vem isto e aquilo que impede, desta ou daquela maneira. Não sei de onde vêm nem ao que vêm mas acredito que têm uma causa. Têm de ter, senão não diziam nada.
Mas parece-me (a mim) que se quem está num cargo da cultura (tás a ver) percebesse o que é e (mais importante) o que pode ser ovírus... Não sei... Estou só a dizer...
Damos o que chamam de "cóltura" a esta Marinha, o que querem mais? Só faltava agora pedirem um espaço com licenças e todo legalizado. Bah, não queriam mais nada, a papa toda feita!
Peace e tal
POR carlos 5 COMENTÁRIOS
Não, isto não é a brincar... É bom que nos comecemos a preocupar com o miserável estado desta cidade, ou isso, ou deixa-la cair ainda mais no vazio. Zero é mau, abaixo de zero é estupidamente incrível. Faz agora 2 meses que emergiu na Marinha Grande um pequeno projecto que se chama “Ovírus”. Este projecto foi exclusivamente criado para combater parte do fracasso cultural vigente nesta cidade, ou seja foi criado um espaço onde coisas acontecem. As limitações deste projecto eram visíveis, em termos monetários bastantes, em experiência a gerir também, mas com o tempo a coisa encaminhava, assim como outros determinados factores que não permitiram que existisse uma forte coesão inicial. O grande factor positivo, e alias essencial, era ou é a enorme vontade por parte dos participantes na realização do mesmo, foi por isso que decidimos solicitar algum apoio autárquico, o mínimo que viesse iria ser bastante bom. O projecto era bom e na minha ingénua juvenilidade pensei que teríamos grande hipótese de ser bem sucedidos, até porque ficava bem ao município apresentar um projecto cultural deste género para contrapor a franca decadência cultural existente. Nada disso aconteceu, os apoios foram ZERO. Mas não foi por isso que a coisa não aconteceu, Março e Abril foram bons exemplos daquilo que poderia vir a ser o “Ovírus” no futuro, e aquilo que poderia representar para a nossa cidade, aqui não me refiro apenas aos mais jovens, as programações não estavam destinadas somente à classe etária mais nova. Mesmo sendo os apoios autárquicos ZERO, nada invalidou que o nosso vereador da Cultura e do Desporto, o Dr. João Paulo Pedrosa, proferisse o nome do “Ovírus” num recente discurso público aquando a realização do encontro de jovens feito em Casal Galego, aqueles que o ouviram, ficaram com a errada ideia de que existia alguma ligação entre a Câmara Municipal e o “Ovírus”... Sim errada, o “Ovírus” é autónomo e nunca recebeu qualquer apoio por parte da nossa autarquia para que esta se tenha sentido no direito de o usar como forma de propaganda política, ou será que não haveria mais nada para dizer aos jovens da nossa cidade? O mesmo Dr. João Paulo Pedrosa, (que eu não conheço, tirando das inúmeras fotos que vão saindo nos jornais locais) que semanas antes tinha feito esta exposição pública, foi o mesmo que dias atrás nos fez chegar, por intermédio de alguém em comum a ambas as partes, o aviso de que existem ilegalidades no espaço, visto que a legislação existente não corresponde ao que ali se tem passado, (aqui assumo a minha cota parte de responsabilidade, provocada pelas tais limitações). Disse também que teríamos que tratar de legalizar o espaço ou simplesmente teríamos que fechar a porta, é estranho alguém que, à umas semanas atrás nos tenha usado como exemplo para os jovens, agora tenha esta reacção. Pena tenho que desperdicem quem tem vontade de ajudar no crescimento cultural da cidade, isso é pessimamente mau, digo mais, é uma falta de respeito para com os todos os Marinhenses e é também faltar às obrigações, ou nós não temos direito à cultura? Agora temo que acabe assim este projecto, um projecto que poderia ser bastante interessante para a cidade e que não foi aproveitado por quem o deveria fazer em prol da cultura na região. Já disse... “Uma cidade que nada tem e que quer continuar a nada ter”, é ridículo. Para quê tentar viver numa cidade completamente asfixiada pelo passado (Industrial) e sem mente aberta para o futuro, e para novas coisas? Para quê viver numa cidade que não oferece alternativas nem descanso a quem se cansa na Industria? Será que não passa disto? Era bom que se pensasse nestas coisas, que se falasse e que se actuasse em prol delas. Parecemos estar muito quietos, inactivos, parece tudo estar bem, eu não estou, não quero viver numa cidade assim... Morta!
POR Bruno Monteiro 20 COMENTÁRIOS